Secura vaginal e dor nas relações: saiba como o PRP pode ser a solução que procura

Uma realidade silenciosa, mas comum

A secura vaginal e a dor durante as relações sexuais afetam milhares de mulheres, especialmente após a menopausa ou em fases de alterações hormonais.

Mesmo depois de tentar terapias hormonais, lubrificantes ou outros tratamentos convencionais, muitas continuam a sentir desconforto, o que impacta não só a intimidade, mas também a autoestima e a qualidade de vida.

Se se identifica com esta situação, é importante saber que existem novas soluções, seguras e eficazes, capazes de regenerar os tecidos e devolver o conforto, uma delas é o Plasma Rico em Plaquetas (PRP).

 

O que é o PRP vaginal?

O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é um tratamento inovador, que utiliza o próprio sangue da paciente para estimular a regeneração celular e a cicatrização dos tecidos.

O processo é simples: uma pequena amostra de sangue é colhida, processada para concentrar as plaquetas, e depois aplicada na região vaginal, sob anestesia local. As plaquetas libertam fatores de crescimento, que ativam a produção de colagénio, elastina e novos vasos sanguíneos, melhorando a lubrificação, elasticidade e sensibilidade.

 

Principais indicações do PRP na ginecologia

A aplicação do PRP na saúde íntima feminina tem demonstrado benefícios em diversas situações:

  • Secura vaginal persistente, mesmo após uso de lubrificantes ou terapias hormonais
  • Dor no local da episiorrafia
  • Disfunção sexual feminina, com perda de sensibilidade e dificuldade de excitação
  • Incontinência urinária de esforço (perda de urina ao tossir, rir ou fazer exercício)
  • Líquen escleroso, ajudando a melhorar sintomas e qualidade da pele vulvar

 

Vantagens do tratamento com PRP vaginal

  • Terapia autóloga: utiliza o próprio sangue, reduzindo risco de rejeição ou alergia
  • Minimamente invasivo: realizado no gabinete, sem necessidade de internamento
  • Recuperação rápida: retoma das atividades habituais em pouco tempo
  • Segurança comprovada: baixos índices de efeitos secundários
  • Resultados progressivos: melhoria contínua nas semanas seguintes ao tratamento

 

O que diz a ciência?

A aplicação do PRP na ginecologia tem vindo a ganhar destaque nos últimos anos, com um número crescente de estudos a demonstrar o seu potencial na melhoria da saúde íntima feminina.

Um estudo publicado em 2022 avaliou mulheres com síndrome geniturinária da menopausa e concluiu que o tratamento com PRP resultou numa melhoria significativa da lubrificação vaginal, elasticidade dos tecidos e redução da dor durante as relações sexuais.

Estes resultados reforçam que o PRP é uma opção terapêutica promissora, especialmente para mulheres que não obtiveram alívio com tratamentos convencionais.

 

Conclusão:

A secura vaginal e a dor nas relações não têm de fazer parte da sua vida.
O PRP é uma solução moderna, segura e minimamente invasiva, que pode devolver o conforto e o prazer, mesmo para quem já tentou outras abordagens sem sucesso.

Se quer saber se este tratamento é adequado para si, agende uma consulta presencial no Porto ou online para uma avaliação personalizada. 

 

 
Veja também: Sexo após a menopausa: o que causa dor e como voltar a ter relações sem desconforto e com prazer

 

 

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