GINECOLOGISTA
ESPECIALISTA EM

MENOPAUSA

Calores, insónias ou alterações de humor?

Viva esta fase com prazer, leveza e confiança!

Áreas de Atuação

(peri)Menopausa

Terapia Hormonal da Menopausa (THM)
Tratamento não hormonal
Saúde óssea e prevenção osteoporose
Saúde íntima e sexual

Ginecologia Regenerativa

Laser Médico Ginecológico
Radiofrequência bipolar fraccionada
PRP (Plasma Rico em Plaquetas)
Ácido Hialurónico
Toxina Botulínica

Cirurgias Minimamente Invasivas

Histeroscopia
Ressectoscopia
Laparoscopia

Sobre Mim

Andrea Quintas, médica ginecologista e obstetra, dedicada à saúde da mulher. Ao longo do meu percurso, fui aprofundando áreas pelas quais me apaixonei: a cirurgia minimamente invasiva, a medicina sexual, a menopausa, a ginecologia regenerativa e o acompanhamento da mulher nas diferentes fases da sua vida, com especial ênfase na (peri)menopausa.

O meu percurso

A minha formação começou na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, onde me licenciei em Medicina. Escolhi o Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia, onde, durante 19 anos, tive o privilégio de crescer como médica e como pessoa. Aqui tornei-me primeiro Especialista e depois Consultora de Ginecologia e Obstetrícia, e fui responsável pela cirurgia de ambulatório de ginecologia e pela consulta multidisciplinar de Medicina Sexual, áreas que me deram enorme realização profissional. Nesta consulta tive a oportunidade de aprender muito com as mulheres que me procuraram, muitas delas com menopausa induzida no contexto de cancro, e com elas sofri, aprendi e cresci como profissional. 

O gosto pelo conhecimento levou-me além-fronteiras. Estive em Londres, no Royal Free Hospital, a aprofundar técnicas em endoscopia ginecológica. Mais tarde, em Budapeste, Madrid e Porto, continuei a investir em áreas como a medicina sexual, a ginecologia regenerativa e funcional e os tratamentos minimamente invasivos para situações como os miomas uterinos, pólipos endometriais e outras patologias ginecológicas.

Atualmente, tenho o privilégio de ser coordenadora da Unidade de Ginecologia do Hospital Lusíadas Santa Maria da Feira, onde procuro, em equipa, oferecer um acompanhamento integrado e personalizado a cada mulher. Também partilho o meu conhecimento como formadora em cursos nacionais e internacionais na área da endoscopia ginecológica e da ginecologia regenerativa.


Mais recentemente, em Outubro de 2025, concluí a certificação internacional da The Menopause Society (MSCP – Menopause Society Certified Practitioner), reforçando o meu compromisso com uma abordagem actualizada e especializada no acompanhamento da menopausa.

E quem é a pessoa por detrás da Médica?

Sou mãe de dois adolescentes, apaixonada pela natureza, por livros, pela dança e o movimento, adoro viajar e não resisto a uma boa refeição, mesmo que isso implique andar quilómetros para a encontrar. Gosto muito de animais (especialmente de cães), de conversas com tempo e de tudo o que me faz sentir mais humana e próxima dos outros.

O que pode esperar de mim?

Na consulta — seja presencial ou online — encontrará alguém que a escuta, que explica, que partilha decisões e que procura soluções adaptadas a si. A minha prática assenta no rigor científico, na atualização constante e no respeito por cada mulher, pelas suas vivências e escolhas.

Esta página é mais um passo para estar mais próxima de si: para lhe transmitir conhecimento, facilitar o acesso aos cuidados que procura e ajudá-la a tomar as decisões que melhor se adequam às suas necessidades.

Procuro assim, hoje e sempre, ensinar e continuar a formar-me, mantendo o foco de sempre: trabalhar com rigor, empatia e propósito. Porque mais do que fazer bem feito, quero fazer com sentido.

Menopausa

As consultas online são uma forma cómoda e segura de cuidar da sua saúde ginecológica, onde quer que esteja. Através da telemedicina, consigo acompanhar várias situações clínicas, esclarecer dúvidas, rever exames e orientar a continuidade dos cuidados de saúde. Estas consultas não substituem o exame físico ginecológico, mas são uma excelente ferramenta complementar.

Que tipos de consulta pode agendar?

1.⁠ ⁠Consulta de Saúde na Perimenopausa e Menopausa
Indicada para mulheres que estejam a atravessar ou que já tenham entrado na menopausa.

Nesta consulta, iremos falar sobre:
•⁠ ⁠Sintomas típicos (ondas de calor, alterações de sono, secura vaginal, alterações de humor, etc.);
•⁠ ⁠Opções de tratamento (hormonal ou não hormonal);
•⁠ ⁠Saúde óssea, cardiovascular e sexual;
•⁠ ⁠Cuidados preventivos nesta fase da vida.

2.⁠ ⁠Consulta de Segunda Opinião
Se está a lidar com uma situação mais complexa e pretende uma nova perspetiva sobre o seu diagnóstico, tratamento ou exames realizados, esta consulta pode ajudar.

Irá ser realizada uma análise detalhada:
•⁠ ⁠Revisão de exames já realizados;
•⁠ ⁠Esclarecimento de diagnósticos ou planos de tratamento propostos;
•⁠ ⁠Discussão de alternativas ou dúvidas que tenha em relação ao seu acompanhamento atual.

O que precisa ter em conta antes da consulta online:
Uma vez que não é possível realizar exame ginecológico durante a consulta virtual, é muito importante que tenha exames recentes, idealmente realizados nos últimos 12 meses.

Para melhor avaliarmos a sua situação, recomendo que, sempre que possível, tenha consigo:
•⁠ ⁠Um exame ginecológico recente (realizado presencialmente por outro profissional de saúde);
•⁠ ⁠Uma ecografia pélvica atualizada;
•⁠ ⁠O resultado de uma citologia (Papanicolau) recente.

Estes exames são fundamentais para uma avaliação completa e para garantir a segurança e eficácia das orientações dadas durante a consulta online.

FAQ

Perguntas
Frequentes

A consulta online é feita por videoconferência segura, numa plataforma que garante privacidade e confidencialidade. Antes do horário marcado, é enviado um link por email, basta ligar-se a partir do computador ou telemóvel.

  • O que inclui: revisão de historial clínico, análise de sintomas e exames já realizados, discussão de opções de tratamento e plano personalizado.

  • Limitações: não substitui o exame físico, mas permite avaliar muitos aspetos (hormonal, sintomático e preventivo) e tirar dúvidas em detalhe.

  • Eficácia: estudos mostram que, para acompanhamento de menopausa, a telemedicina tem resultados comparáveis ao atendimento presencial em termos de adesão ao tratamento e alívio de sintomas, desde que se tenha acesso a exames recentes e boa comunicação paciente–médico.

Alguns sintomas fazem parte da transição, mas deve procurar ajuda quando afetam a sua qualidade de vida:

  • Sintomas comuns: ondas de calor, suores noturnos, insónias, irritabilidade, secura vaginal, alterações de libido.

  • Quando agir: se sentir fadiga extrema, dificuldades persistentes de sono, impacto no trabalho ou relações pessoais, ou desconforto íntimo que limite o dia-a-dia.

  • Objetivo do tratamento: aliviar os sintomas mais incapacitantes, equilibrar o perfil hormonal e prevenir complicações (osteoporose, alterações cardiovasculares).

Pré-menopausa: Período em que os ciclos menstruais ainda são regulares e há função ovárica normal, mas pode já começar a haver alterações hormonais discretas.

Perimenopausa: Fase de transição que antecede a menopausa, em que os ciclos se tornam irregulares e começam os primeiros sintomas (como afrontamentos ou alterações do sono).

Climatério: Conjunto de alterações físicas e hormonais que marcam a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo da mulher (inclui a perimenopausa e os primeiros anos após a menopausa).

Menopausa: Data da última menstruação, confirmada após 12 meses consecutivos sem período menstrual, normalmente ocorre entre os 45 e 55 anos.

Menopausa tardia: Menopausa que ocorre depois dos 55 anos.

Insuficiência ovárica prematura: Condição em que os ovários deixam de funcionar antes dos 40 anos, com falência na produção hormonal e perda da fertilidade, podendo ser intermitente ou definitiva.

Para uma avaliação segura e completa, tenha sempre disponíveis, idealmente com menos de 12 meses de emissão:

  • Exame ginecológico completo (realizado presencialmente).

  • Ecografia pélvica (avalia útero e ovários).

  • Citologia cervical (Papanicolau) recente.

Estes documentos permitem confirmar o diagnóstico, detetar fatores de risco e definir o plano de cuidados com maior segurança.

A janela de oportunidade para começar a THM é habitualmente definida com base em dois critérios principais: a idade da mulher e o tempo decorrido desde o último ciclo menstrual. Em geral:

  • Idealmente até 10 anos após a última menstruação
    As vantagens da THM (alívio rápido de vasomotores, proteção óssea e cardiovascular) são mais evidentes se iniciar dentro dos primeiros 10 anos após a menopausa.

  • Ou antes dos 60 anos de idade
    Nestas condições, o perfil risco-benefício tende a ser favorável, pois o risco de eventos tromboembólicos e cardiovasculares permanece baixo.

No entanto, isso não significa que nunca possa começar passados estes limites. Cada caso deve ser avaliado de forma individual.

Sim, é perfeitamente comum que o desejo sexual diminua nesta fase – as alterações hormonais (queda de estrogénios e de androgénios) interferem diretamente no cérebro, na lubrificação vaginal e no conforto durante a relação. No entanto, há várias estratégias para preservar (ou recuperar) o prazer:

1. Tratamentos hormonais locais

  • Cremes ou anel vaginal de estrogénios: melhoram a lubrificação e a elasticidade da mucosa, reduzindo dor e desconforto.
  • Terapia hormonal sistémica (THM): quando indicada, pode também contribuir para um aumento moderado do desejo.

2. Lubrificantes e hidratantes vaginais

  • Lubrificantes à base de água: usados pontualmente antes da relação.
  • Hidratantes vaginais (uso regular): restauram o equilíbrio da mucosa e mantêm o conforto ao longo do tempo.

3. Exercícios de Kegel e fisioterapia pélvica

  • Fortalecer o pavimento pélvico melhora a circulação e a sensibilidade, aumentando o prazer.
  • A fisioterapia pode incluir biofeedback e estimulação elétrica de baixa intensidade.

4. Terapia sexual e comunicação de casal

  • Falar abertamente com o parceiro sobre receios e necessidades ajuda a reduzir ansiedade de desempenho.
  • Sessões com um terapeuta sexual podem ensinar técnicas de estimulação e relaxamento.

5. Hábitos de vida saudáveis

  • Exercício físico regular: estimula a circulação e a produção de endorfinas, que melhoram o desejo.
  • Gestão de stress e sono de qualidade: reduzem a fadiga e aumentam o interesse sexual.
  • Alimentação equilibrada: alguns estudos sugerem que alimentos ricos em ómega-3 e fitoestrogénios (soja, linhaça) podem ajudar.
  •  

Em suma, a perda de libido na menopausa não é inevitável nem irreversível: combinando tratamentos médicos e mudanças de estilo de vida, é possível manter uma vida sexual plena e satisfatória. Se sentir que a diminuição do desejo está a afetar o seu bem-estar, agende uma consulta online para avaliarmos a melhor abordagem personalizada.

A cirurgia minimamente invasiva é um conjunto de técnicas que utilizam pequenas incisões e câmaras de alta precisão para tratar diversas condições ginecológicas com menos dor, menor tempo de recuperação e cicatrizes reduzidas.
Entre as patologias que podem ser abordadas estão: miomas, endometriose,
cistos ovarianos, gravidez ectópica, pólipos endometriais, aderências, e até a remoção do útero (histerectomia).
É uma opção segura, eficaz e cada vez mais recomendada para mulheres que
desejam uma recuperação mais rápida e menos invasiva.

A ginecologia regenerativa é uma área inovadora que utiliza técnicas como
laser, radiofrequência e bioestimuladores para promover a regeneração dos
tecidos íntimos femininos.
Pode ajudar a melhorar sintomas como secura vaginal, incontinência urinária
leve, dor nas relações e perda de elasticidade, especialmente após o parto ou na menopausa.
É uma abordagem segura e não invasiva que contribui para o bem-estar íntimo,
a autoestima e a qualidade de vida da mulher em diferentes fases da vida.

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A menopausa não é uma pausa. É o reinício de uma versão mais consciente e poderosa da mulher.

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